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23 Dec 2017

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Na revista Guitar Player

3 May 2016

Matéria sobre destaques do Blues brasileiro na maior revista dedicada a guitarra elétrica, onde na edição de Abril/2016, Luke de Held conta detalhes sobre a gravação do CD "Blues from Redland", gravado, mixado e masterizado aqui no Toque Grave.

 

Leia a matéria na íntegra:

Influenciado por Led Zeppelin, ZZ Top, Eric Clapton e Beatles, Luke de Held começou a tocar violão, em sua adolescência. O guitarrista de Londrina (PR) lançou recentemente seu primeiro disco, Blues from Redland, que cumpre com louvor a difícil missão de registrar blues autorais com ótima qualidade composicional, timbres coloridos, boa produção e riffs que evocam a história do gênero, mas trazem também novos elementos. Held não utiliza uma fórmula pronta para compor. “Às vezes, penso em um tema específico e, a partir daí, busco desenvolver as letras e a ambientação melódica correspondente à mensagem e vibe da canção”, explica o guitarrista. “Em outras ocasiões, a canção inteira surge de um riff de guitarra, uma frase ou uma palavra específica. Muitas vezes, o processo de composição é puramente intuitivo – aquelas experiências de vida que ficam gravadas no inconsciente e vêm à tona na forma de inspiração para canções. Já houve situações em que a música surgiu do nada, praticamente pronta, em questão de minutos.”Para gravar Blues From Redland, Luke de Held usou, basicamente, amplificadores nacionais e uma variedade de guitarras e efeitos: “Utilizei um amp Giannini Classic T e um Tremendão Special Line 1976 valvulado, de 100 watts, ligados em estéreo. As guitarras foram uma Fender Stratocaster John Mayer Signature, uma Fender Stratocaster Classic Player ‘50s, uma Giannini Diamond, uma Gibson Les Paul Studio 60s Tribute e uma LTD Telecaster Vintage. De efeitos, um overdrive Visual Sound Double Trouble, um Fuhrmann Classic 800, um Dunlop Hendrix Univibe e três pedais da Boss: Tremolo, Phase Shifter e Digital Delay. ”As gravações aconteceram no estúdio Toque Grave, em Londrina, coordenadas pelo produtor Marco Aurélio Chiara. A banda tocou ao vivo, com exceção dos vocais, inseridos posteriormente. Held foi acompanhado por Sara Secco Delallo (baixo), Diogo Morgado (guitarra e voz) e Wellington Souza (bateria). O disco contou ainda com a participação dos guitarristas Kiko Jozzolino e Alan Carlos Silva e do gaitista Ricardo Biga. “Adicionamos ao disco as canções My Babe Left Me e That Woman Was the Devil, que já haviam sido lançadas como singles no segundo semestre de 2014”, diz Luke de Held. Com relação à interação com uma segunda guitarra, ele afirma ter muita sorte por contar com Diogo Morgado. “Temos uma simbiose musical única. As cores mais fortes e quentes costumam ficar com ele, que é um apaixonado por SG, humbuckers e sonoridades de fuzz”, salienta Held. “Os timbres mais suaves e brilhantes ficam comigo. Essa mistura proporciona uma riqueza muito grande de sons e texturas. No aspecto melódico, o Diogo é imprevisível, o que o torna um guitarrista único e com uma identidade bem definida. Ele aparece com inversões, voicings e cordas soltas que dão um tempero especial às canções. É muito divertido e instrutivo trabalhar com ele.”

 

 

 

 

 

 

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